sábado, 15 de outubro de 2011

Doutor Hélio Bicudo ...

Logo após a eleição de Lula, para o primeiro mandato, o Dr. Hélio Bicudo, um dos ícones do PT (quando ainda era vermelho), disse que o Lula era petulante, totalitário e gostava de esconder o lixo debaixo do tapete. Isso foi publicado no 'Folha de São Paulo'.
A Presidente, ou Presidenta, Dilma caiu na bobagem de levantar o Tapete e deu no que deu, cabeças rolaram no Planalto, e quantas!
Agora, o Professor da Unicamp Gil Castelo Branco, entrevistado por Marcos Freitas, "Corrupto não deixa recibo", diz que "No governo Lula, assim que surgia uma denúncia, blindava-se o político denunciado, criando-se em relação a ele uma rede de proteção". Quem é capaz de negar isto?
O Dr. Hélio Bicudo estava totalmente certo, embora tenha pagado por isso.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

corrigindo

Como parece que poucos leram, à exceção de uns parcos amigos, o número correto de deputados federais é de 513, fixado pela Lei Complementar nº 78, de 30 de dezembro de 1993.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

9; 11; 13, ou 15...

Não queria me posicionar sobre a questão do número de Vereadores em João Monlevade. Também não posso omitir sobre o que penso disso. A tradição Republicana manda que as Casas Colegiadas, de modo geral, tenham composição por número impa. Assim, sempre há a possibilidade de haver o chamado voto minerva, ou voto de desempate, em caso de impasse nas votações chamadas de maioria simples. Tanto assim que a Câmara Federal é composta por 613 Deputados, a nossa Assembléia é de 77 membros, etc. etc.. Monlevade, na primeira composição, logo após a emancipação, tinha treze Vereadores, logo após, na década de 80, passou-se a ter quinze Vereadores. Com a Constituição de 88, por Resolução do TER-MG. (art. 4º, § 4º do ADCTCF) fixou-se em 15 o número de Vereadores para Monlevade. Assim também continuou com a Lei Orgânica no princípio dos anos 90. Com o imbróglio criado pelo TSE, após uma decisão do STF, fixou-se em 10 Vereadores para a nossa Câmara. Pois  bem, agora começa-se nova discussão para o retorno desse número depois de a Câmara fixar em 15, com a inteligência da EC 58/2009. Só que, como disse antes, o número de 10 não está acorde, nem com a tradição e nem muito menos com a própria Emenda Constitucional. Vejam que lá, todos os números máximos são impares, ou seja, começa com 9 e termina com 55 Vereadores. Dessa forma, se querem voltar atrás, que façam pelo menos na forma correta, que sejam 9, 11, 13, ou até 15, mas não 10 Vereadores como hoje.
1.    Ps. Numa Câmara com menos Vereadores fica mais fácil a manipulação por parte do Executivo, que sempre dispõe de meios para isso (cargos vg). Tanto é assim, que não se ouviu falar em CPI ( se não me engano) para apurar qualquer fato da Administração desde que a Câmara teve 10 Vereadores (olhem que motivo não faltou e nem falta), pode não ser só por isso, mas é um dado interessante (Qui habet aures audiendi, audiat! ...).

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Vida Pública

Li num blog a seguinte frase, dita por Mauri Torres: "Deixo a vida pública sem inimigos". Mauri (Magrelo), como eu o chamo há mais de trinta anos, pelo que me consta você continuará na vida mais pública ainda. Entendo que vc quis dizer que deixa a vida política partidária, pois nem deixa a vida pública e, Aristotelicamente falando, nem a vida política. Agora, depois de sua posse no TCEMG você não vai poder(?) participar da política partidária. Aliás, como Conselheiro  exercerá função pública. Portanto meu caro amigo, sendo testemunha de sua vida pública, desde a contabilidade e como Deputado, só posso desejar-lhe sucesso na nova função pública.  

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Dia dos Pais

Ontem, como a maioria dos Pais, fui rezar pra agradecer as coisas boas que Deus nos dá, como os filhos, os netos, a família em si.
Há muito tenho participado das celebrações na Igreja de Santo Antonio, na comunidade atuante do Bairro República. Lá só tem missa no terceiro (ou no último) domingo de cada mês, mas não tem problema pois, às vezes, rezar com a equipe de liturgia e as pessoas presentes, é até melhor.
No final, como faziam os Cristãos, nas palavras de São Paulo (repartiam seus bens com alegria), os moradores e membros da Comunidade serviram um café, com deliciosas broas e rosquinhas caseiras, num ambiente de verdadeira confraternização. Foi muito agradável. Obrigado a todos pela acolhida. Valeu a iniciativa.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Qual das novelas?

Tem obtido índices extraordinários de audiência a novela das seis (que começa às seis e quinze), da Globo "Cordel Encantado".
Como bom assistente, fico imaginando a tamanha criatividade de quem a escreveu e a brilhante interpretação do elenco de o 'Cordel..'.
Logo após vem a novela das sete (que começa bem depois de sete), não muito assistida (conforme as pesquisas). No entanto, numa e noutra, é tratado o papel dos prefeitos de cada Cidade, Brogodó e Formosura.
Fico imginando que os dois alcaides, cada qual no seu quadrado, não têm semelhança em lugar nenhum deste mundão de Deus.
Quero dizer, não tinha até o dia de 'Hoje'.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

História, nem tanto antiga.

Ramsés II foi o terceiro faraó da XIX dinastia egípcia, uma das dinastias que compõem o Império Novo. Reinou entre aproximadamente 1279 a.C. e 1213 a.C.
Ramsés é o faraó que deixou o maior legado em termos de monumentos. O soberano apropriou-se de obras de faraós do passado (incluindo dos faraós do Império Antigo, mas sobretudo do faraó Amen-hotep III, que apresentou como suas, mandou concluir edifícios e lançou-as suas próprias obras. Entre as obras concluídas por Ramsés II encontram-se a sala hipóstila do templo de Karnak em Tebas e o templo funerário do seu pai em Abido.
Foi também Ramsés um dos responsáveis pela destruição dos templos da cidade de Amarna, que eram os últimos vestígios da era de Akhenaton, faraó que pretendia fazer de Aton a divindade suprema. Os blocos de pedra destas estruturas foram reutilizados na cidade de Hermópolis Magna, situada na margem oposta de Amarna.
Ou seja, Ramisés II foi um verdadeiro ‘171’, aproveitava obras inacabadas ou dava uma ‘meia sola’ em outras e as inauguravam como sendo suas.
Por acaso, alguém conhece na região algum alcaide que faz isso? Taí uma coisa pra se pensar.
PS. O correto é dizer “Aos troncos e barrancos”.